Religião, Negritude e feminismo

Crescir cara leitor em uma familia nao convencional para ainda dentro dos "padrões de familia", com uma mae, tres irmãos e um padrastro. Mas diferente do que possa parecer sempre nunca foi atribuido a mim,a noção do que era certo para a sociedade ou errado. Desde que me lembro ia na igreja com meu padrasto, a minha mae nunca foi muito de ser um membro asiduo a nenhumas, mas também nunca disse que era contra ou mostrou que discordava da atitude do meu padrasto de levar a mim e meu irmão a chamada "escola bíblica dominical". Crescir sabendo ue poderia ter ou pertencer a qualquer religião. Minha primas sempre me levavam ao sábados, eu e meu irmão a um salão, que era um referencia a reuniões espiritas da época. Fiz crisma e quase finalizei ela na igreja católica. Conhecir ainda na infancia varias pessoas frequentes ao candomblé.
Nao sei se tive uma busca religiosa, para era mais um lugar onde me sentir bem e encontrava amigos, depois encontrava garotos para "ficar". Nunca sentir responsabilidade de pertencer a algum lugar, ou escolher qual deles era o melhor.

Acho que o feminismo invadiu minha vida logo depois que percebir que havia uma desigualdade geral na minha casa. O inconformismo era mais latente nos pequenos detalhes do meu dia-a-dia. Eu nao sabia na época que dava para litar por esta igualdade sem ter que levantar uma bandeira. Então influenciada pelo pensamento de que a mulher sempre era menosprezada e etc, mesmo vendo que minha mae trabalhava todos os dia, ganhava mais que meu pai, e ele era quem ficava conosco nas manhas e a noite(porque todos estudávamos de tarde). Então aprendir mais, me achava inclusa em algo, ser diferente, ter uma bandeira. Acho que foi neste momento que eu mais me apeguei a movimento que influenciaram minha mente ao movimento negro. O rap era uma saída, o hip-hop era um estilo de vida. As roupas, gírias e tudo que envolvia aquela parte do meu universo me fazia achar que uma dor que nunca sentir era minha também. -eu nunca sorrir racismos, so fui zuada duas vezes, pois os aparelhos fez minha boca ficar dias vezes maior do que era na realidade-nao acho que isto seja racismo-.

Notei que o feminismo nao le representava mais no segundo ano da faculdade, um rapaz chamado Marllone e um chamado Marlon, mudaram minha mente em relação as minhas atitudes que nao condiziam com o que eu acreditava. Eu aceitei o evangelho em minha vida, e com eles nao vieram so as regras mas principios de vida para sempre. A preservação da vida, (Davi diz que Deus o conhecia antes dele ser um ser informe, quando e antes de estar no ventre da mae dele) que todos somos iguais diante de Deus, nao ha classificação ( Paulo diz que em Cristo nao ha judeu, gentil, livre ou escravo) Mostrando que em nao posso me acha menos do que um homem ou mais que ele,como o feminismo missandrico faz na atualidade. E muitos de tais conselhos entraram direto no meu coração. Fizeram de mim uma mulher que pensa antes de ergue uma bandeira, de defender uma causa e ver se o princípio da mesma vao de encontro aos meus ou sao antagônicos!  As lutas hoje de feministas nao fazem mais tanto sentido como antigamente, querem obrigar o estado a exigir sobre as pessoas causas que nao sao deles. Usar o dinheiro publico que eu e vice caro leitor pagamos imposto para barganhar abortos na rede publica, que nao esta nem ajudando aqueles que dela esperam algo, pessoas morrendo em leitos e querem que damos aval para abortarem nas macadas e salas de cirurgias que poderiam ser de outras pessoas mais necessitadas. Exigindo um respeito que nao dao, principalmente a religião cristas, seja ela de qualquer vertente. Aplaudem e defende o uso do Hijab para mulçumanas sendo este um sinal claro de opressão machista do califado. Onde se voce nao se cobre, esta sujeita a ser estuprada seja onde for, como no caso da virada de ano de 2015 para 2016 , em que holandesas foram estuprada por grupos de mulçumanos e a mídia nao reportou em grande escala, para nao ser chamada de islamofobica por meia dúzia de internautas. A luta delas nao é legitima e mexer com mulheres frágeis criando fabulas na mente delas.

Estes foram alguns dos pontos das minhas divagações pelo meu romper com bandeiras que nao me representa, e sim que me alienam a movimento que nao se preocupam comigo, mas me usam como massa de manobra. No qual o individuo nao é o oprimido, mas sim o causador de uma revolta disfarçada de igualdade

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