Voltando a escrever
Téo me
Enquanto não começo de vez a escrever para o blogger, vou me divertindo falando sobre quem eu sou. Me desculpa Caro leitor, mas a minha vida não é tão chata e fútil, eu gosto de escrever muito e usar emojis, e odeio a palavra “gringer”( que geração mais chata a z😒🙄) Me apaixono fácil por caras que não vale uma hora numa sauna. Eu comecei a lê quando estava com uns 6 anos, minha mãe queria que eu entrasse no primeiro ano já entendo as coisas ( na cabeça dela, seria uma vergonha aprender com os outros e fazer “sozinha” com ela, eu estaria na vantagem), isto meu caros, fez eu ser a mulher independente e muitas vezes orgulhosa que sou.
Eu não tinha muito dinheiro quando mais nova e mau sabia o que seria dá vida e não estava me importando com este fato. Tinha certeza que advocacia seria bom, mas isto lá pela 3° série do fundamental, com eu era uma criança com aparência desleixada, minha única preocupação era como iria ao fliperama, e ganhar na brincadeira do “ taco”( aquela que duas crianças ficam com um pedaço de pau a frente de um litro, enquanto outras tentam acerta-lo).
Minha diversão era lê revista em quadrinhos da turma da Monica, e pega livros na biblioteca, a falta de dinheiro me proporcionou a saber o que era um almanaque, informação valiosa nos tempos líquidos de hoje. Minha primeira inspiração de escritora foi o filme O diabo veste Prada, muitos ficaria sem entender o porquê, mas a protagonista Andy, recém formada e querendo adquirir conhecimento, para então escrever em uma boa revista, se junta a nossa maravilhosa Meryl Streep no papel de Miranda Priestly, o que desencadeou em meu coração a vontade de escrever para uma revista famosa. Vogue, Elle, e cosmopolita ganhar lugares maravilhosos em meu coração. E cada filme que foi lançado nos anos seguinte fizeram com que está paixão aumentasse. Mas a realidade não foi justa comigo, sair do ensino médio achando que arquitetura era meu forte, e descobrir no segundo ano que não, deixei a sala escura da faculdade para cair de cabeça nos mil livros que li para me forma em um curso de teologia. Sei, parece que nada faz sentido na vida desta escritora! Uma lástima. Alguns anos após minha formatura, entender ao ser aconselhada por uma amiga, que pedagogia seria uma válvula de escape, pois não seria só mais uma professora de primário, mas quem saber trabalhar em uma redação, o sonho de 8 horas seguidas de trabalho, com ar-condicionado e uma pilha de papel para lê e escrever me fez achar a ideia plausível. Mas não, menos de um ano, o curso não era nada, e não era só eu que achava. Decidimos então abrir nossa mente e tentar outra alternativa, História, ambas entramos para o ensino superior em uma universidade privada, levada pela ditado “ trabalhe com o que gosta e não trabalhar mais”, fez a senhorita aqui, se jogar nas aulas. Mas no fim do primeiro período não era nem dez por cento do que esperava e a expectativas foram indo embora. E o sonho de ser uma escritora começou a fumegar em meu coração, revive alguns livros que havia começado a escrever alguns anos antes e seguindo um conselho de uma amiga, mandei algumas páginas para algumas editoras, e receber alguma coisas boas e outras nem tanto. Uma em especial disse que meu medo de não ser boa o suficiente, fez eles desistirem da ideia. Temo que a escrita do e-mail não causou a importância que eu queria.
Por conhecidencia achei algo a me inspirar, a série Sex and the city, Estrelada e produzida por Sara Jéssica Parker, a qual me vi nas mesma situação que esta mulher, 2 anos e meio mais velha do que eu. A vida sexual, sua e de suas amigas, tinha paralelos com a minha realidade e me fez voltar a sentir que Diplomacia é uma ótima carreira, mas escrever por hobby também. Espero que gostem do conteúdo e ficam por aqui!
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